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Desde o Século XIV que a calçada portuguesa é uma expressão ímpar de arte urbana, conjugando a obra e a arte popular num activo estratégico revelador de originalidade que deve ser preservado e exportado sob a marca Portugal.

Cada pedaço de calçada é único, não só pelos motivos figurativos utilizados, como também pela mestria do artesão a esculpir e a assentar a pedra bruta. Uma pedra que cabe na palma da nossa mão. Cada uma delas é única e esculpida para dar forma aos desenhos que se apresentam aos nossos pés. Ali, no chão, há coração!

Tal como as pedras da calçada portuguesa simbolizam a arte lusa, também a referência do Made in Portugal apresenta-se em produtos manufacturados de elevada qualidade, apreciados e reconhecidos internacionalmente. Assim sendo, também como uma manifestação da nossa cultura. Aqui, através de uma outra perspectiva originou-se uma gama de produtos únicos e inesperados, concebidos e assinados por Cristina Lobo. Isto é, Portugal!

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: Vou frequentando a liberdade com a matéria que partilho.

Mesmo a olhar para baixo, contemplo as pedras que reflectem as cores, o céu e o seu brilho :

Assinatura Cristina Lobo

Apontamento sobre a Calçada Portuguesa

A calçada portuguesa é um pavimento tradicionalmente utilizado em zonas pedonais como passeios e praças, composto por pequenos blocos de calcário preto e branco. Aplicados e trabalhados manualmente estes blocos permitem criar os mais diversos padrões, na sua maioria geométricos, através de um jogo de cores e simetrias que transforma os pavimentos em verdadeiras obras de arte.

A calçada portuguesa teve como grande impulsionador o governador de armas do Castelo de São Jorge em Lisboa (1840-1846), o tenente-general Eusébio Cândido Furtado, que transformou a fortaleza e as áreas circundantes em locais de passeio, atribuído aos presidiários do Castelo (na época chamados por “guilhetas”) o calcetamento dos pisos. Foi um trabalho merecedor de muitos elogios o que impulsionou a expansão da calçada portuguesa pela cidade. O resultado está aos nossos pés.

Embora o início do calcetamento das ruas de Lisboa tivesse ficado marcado pelas cartas régias assinadas pelo rei D. Manuel I em 20 de Agosto de 1498 e em Maio de 1500, a sua história é mais interessante do que se imagina. Constitui um dos símbolos da cultura portuguesa representada também em vários pontos do planeta. Sugerimos assim a consulta de várias notas sobre a história da calçada portuguesa publicadas em vários meios.

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